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Queríamos Ver a Jesus! Imprimir E-mail

“Ora, havia alguns gregos … estes, pois, dirigiram-se a Filipe … e rogaram-lhe, dizendo: senhor, queríamos ver a Jesus” (Jo 12:20, 21).

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Famílias Exemplares - do Carcereiro Imprimir E-mail

A família do carcereiro, citado em At 16, é um exemplo da importância de se ouvir e obedecer.

  • Eles ouviram o Evangelho e creram (vs. 30-32);
  • Eles obedeceram à ordem de ser batizados (v. 33; Mt 28:19).

A família que se prontifica a ouvir, não encontrará dificuldades para obedecer.

Que Deus nos dê mais famílias assim.

 
Explorando os Evangelhos Imprimir E-mail

Leia a Introdução e o Capítulo 1 deste livro que apresenta, de maneira preciosa, os quatro retratos do nosso amado Senhor apresentados por Mateus, Marcos, Lucas e João.

Explorando Os Evangelhos

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Arquipo Imprimir E-mail

"O Caminho" nº13

“Também dizei a Arquipo: Atenta para o ministério que recebestes do Senhor, para o cumprires” (Col. 4:17).

Terminando a sua carta à igreja em Colossos, Paulo chamou a atenção dum daqueles irmãos de uma maneira que também chama a nossa atenção. Quem era Arquipo? Qual foi o seu ministério? Por que Paulo achou necessária esta exortação pessoal numa carta pública? Embora que tenhamos poucas informações nas Escrituras sobre Arquipo, podemos descobrir algumas coisas que também são importantes para os nossos dias.

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É a Ceia do Senhor Que Tomais? Imprimir E-mail

“De sorte que quando vos ajuntais num lugar, não é para comer a ceia do Senhor” (I Coríntios 11:20).

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Pela fé - Moisés (de 0 a 3 meses) Imprimir E-mail

As palavras de Hb 11:23 apresentam lições extremamente importantes para a família. Neste trecho vemos o que aconteceu a Moisés quando ele tina de 0 a 3 meses de idade. Numa idade como essa, a criança só não depende dos pais para respirar, mas no mais, em tudo é dependente. Aqui vemos três atitudes positivas nos pais de Moisés que devem ser reproduzidas nos que já são ou nos que pretendem ser pais.

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Cristo e Sua carne Imprimir E-mail

Algumas vezes no NT encontramos a palavra “carne” associada ao Senhor Jesus Cristo. É claro que em nenhuma destas ocorrências a palavra tem o seu sentido pecaminoso. Ao contrário, refere-se ao que Cristo fez no Seu corpo para nos livrar da perversidade da carne.

Um dos exemplos disso está em Ef 2:14-16. A “parede de separação” foi derrubada, a “lei dos mandamentos” foi desfeita e a inimizade desapareceu.

Mas, como isso foi possível?

Cristo, na Sua carne, desfez! Aquele que veio “em semelhança da carne do pecado” (Rm 8:3), cumpriu na Sua carne aquilo que a nossa carne nunca nos permitiria cumprir.

Se, por um lado, era impossível que cumpríssemos na carne toda a exigência de Deus, por outro lado era impossível que, mesmo na Sua carne, Cristo deixasse de cumprir toda a exigência de Deus!

 

 
A Ceia Imprimir E-mail

As Escrituras deixam bem claro a importância da Ceia, tanto para nós, quanto para Deus. Originalmente publicado nos primeiros números da revista "O Caminho"

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Como Tratar o Pecado Imprimir E-mail

Se você não se preocupa com sua santidade, deve começar a se preocupar com sua salvação. Originalmente publicado nos primeiros números da revista "O Caminho".

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O Big Bang ou a Grande Crença? Imprimir E-mail

“Ele [Deus] fez a terra pelo Seu poder” (Jeremias 10:12).

A Bíblia começa com as palavras majestosas: “No princípio criou Deus” (Gênesis 1:1). Os evolucionistas sugerem o que eles chamam de a resposta da ciência para a Criação e para a necessidade de um Deus: o “Big Bang” (a Grande Explosão).

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Justiça no Livro de Genesis Imprimir E-mail

Como o Espírito de Deus introduz este assunto na Bíblia. Originalmente publicado nos primeiros números da revista "O Caminho".

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A História Esquecida Imprimir E-mail

A História Esquecida Existem muitos livros, bem autenticados e bem detalhados, que contam a historia do cristianismo, desde o seu começo humilde em Jerusalém (At 2:41) até ao dia de hoje. Falam do seu desenvolvimento e das suas divisões; mostram a origem e a história das inúmeras denominações que professam ser a Igreja, ou uma parte dela.

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Eternidade — Onde? Imprimir E-mail

Aonde você está indo? Onde estará amanhã? Onde estará nos anos vindouros? Você não tem certeza? Mas espere! Esta pergunta você precisa responder: onde estará na eternidade? É fundamental que você encontre a resposta para esta pergunta, pois dela depende seu destino eterno!

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Guilherme Maxwell: Um Evangelista no Brasil Imprimir E-mail

19/12/1909 a 15/08/2005

Alguns aspectos da obra que o Senhor fez no Brasil por intermédio deste irmão.

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A Terra: Velha, ou Nova e Cansada? Imprimir E-mail
A Terra

“O Senhor que tem criado os céus, o Deus que formou a terra, e a fez; Ele a estabeleceu, não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada” (Isaías 45:18)

Se qualquer crente ou estudioso da Bíblia fosse perguntado, no século passado, qual era a idade da Terra, sem muita hesitação ele teria dado um número inferior a 10.000 anos. Se a mesma pergunta fosse feita hoje, a maioria dos crentes daria um número variando entre milhares e bilhões de anos. O responsável por esta confusão é principalmente a teoria da Evolução e uma confiança abalada na Palavra de Deus.

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Cristo se fez pobre - Suas posses Imprimir E-mail

O entusiasmo do escriba logo foi freado pela franca resposta do Senhor: “o Filho do Homem não tem onde reclinar Sua cabeça” (Lc 9:57, 58). As raposas tinham onde morar (seus covis); as aves do céu tinham casa (seu ninho); mas Ele, que criara tanto as raposas quanto as aves dos céus, não tinha propriedades aqui neste mundo.

No começo do Se ministério, os discípulos puderam descobrir “onde moras” (Jo 1:38, 39), mas não demorou muito até que Ele estivesse vivendo sem moradia certa: pousando na casa de um (Lc 19: 5), hospedando-se em casa de outros (Jo 12:1), sendo servido pelas mulheres (Mc 15:40, 41).

O exemplo do Senhor nos ensina sobre a importância desta verdade: “os que compram”, devem agir “como se não possuíssem”; “e os que usam deste mundo, como se dele não abusassem, porque a aparência deste mundo passa” (I Co 7:30, 31).

 
Cristo Se fez pobre - Seu nascimento Imprimir E-mail

Desde o Seu nascimento o Senhor Jesus deu evidências de que Sua vida seria caracterizada pela humildade e pureza. Notamos isso pela escolha da mulher que O carregaria no ventre. Maria não fazia parte do círculo de “muitas distintas mulheres” (At 17:4 – Versão Atualizada). Muito pelo contrário, ela era uma jovem simples que morava numa pobre, pequena e desprezada cidade chamada Nazaré (Lc 1:26, 27).

Maria não era nobre em riquezas materiais; era nobre em caráter e conduta. Ela era humilde e pobre, porém vivia uma vida honrada e pura (Lc 1:34).

Ser pobre não significa que podemos viver uma vida imoral e corrupta. O Senhor se identifica com a nossa pobreza, mas valoriza nossa pureza.

Pela vida que vivemos o Senhor pode se identificar conosco, independentemente se somos ricos ou pobres?

 
Cristo e Sua carne (IV) Imprimir E-mail

O Evangelho de João apresenta a divindade do Senhor Jesus. É por esta razão que Ele é apresentado como “o Verbo” que trouxe à existência todas as coisas. “O Verbo era Deus”, em toda Sua majestade e glória (Jo 1:1-3)!

Mas, quão admirados ficamos diante da solene verdade: “O Verbo Se fez carne”. Aquele que fez todas as coisas, Se fez carne e habitou no meio dos que criara. Sua glória moral foi vista em Sua vida perfeita, e Sua glória posicional pôde ser notada no monte (Mt 17:2; Mc 9:2, 3, etc).

O Senhor não quis manter um relacionamento distante com os homens, apresentando-Se como Criador de todas as coisas, apenas. Ele identificou-Se com os homens. Como deveríamos pensar com mais freqüência nesta graça. O criador andou entre Suas criaturas!

 
Com Que Nos Vestiremos? Imprimir E-mail

Deus ainda está interessado na nossa maneira de vestir. Originalmente publicado nos primeiros números da revista "O Caminho".

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Cristo e Sua carne (vi) Imprimir E-mail

“Deus, enviando o Seu Filho em semelhança da carne do pecado ...” (Rm 8:3). O que era impossível à Lei, foi feito pelo Senhor Jesus. O homem não conseguia deixar de pecar, e a Lei não conseguia fazer com que ele obedecesse. Por isso, Cristo veio em “semelhança da carne do pecado”

Isto não quer dizer, é claro, que o Senhor se tornou pecador (Sua impecabilidade é bem destacada no NT – II Co 5:21; I Pe 2:22; I Jo 3:5), mas mostra que Ele usou um corpo humano semelhante ao nosso para fazer o que nenhum de nós conseguíamos realizar – satisfazer a justiça exigida na Lei.

Sem deixar de ser Deus, Cristo Se tornou Homem, para que todo homem pudesse se aproximar de Deus.

 
Cristo e Sua carne (III) Imprimir E-mail

O trecho em Hb 5:7, que também fala de Cristo e Sua carne, é profundo e surpreendente. Aqui aprendemos que Cristo, “nos dias da Sua carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas Ao que O podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia”.

Estas verdades podem se referir a muitos eventos da Sua vida enquanto esteve aqui, mas parecem descrever especificamente a Sua angústia no Getsêmani. O Senhor não pedia para ser livre de morrer; Seu desejo era de não ser deixado na morte. E foi ouvido (At 2:24).

Cristo ressuscitou dentre os mortos e “foi feito as primícias dos que dormem” (I Co 15:20). Nosso Senhor venceu a morte e aquele que detinha seu império (Hb 2: 9, 14, 15).

Que verdade bendita!

 
Pedro aquentava-se com eles ... Imprimir E-mail

Além de descrever a associação de Judas com os que foram prender o Salvador, o capítulo 18 de João também descreve a associação de Pedro com aqueles que, aquentando-se, aguardavam o resultado do Seu julgamento.

 

Os servos e servidores tinham feito brasas, e “com eles estava Pedro” (v. 18). Se duas vezes lemos que Pedro aquentava-se com aqueles homens (vs 18, 25), três vezes lemos que ele negou que conhecia o Senhor (vs 17, 25, 27).

 

Judas nos lembra aqueles que, embora vivam próximos ao Salvador, nunca foram salvos e têm coragem de traí-Lo. Pedro nos lembra aqueles que são salvos, mas têm a coragem de nega-Lo. Aquele que esteve alguns instantes antes desfrutando do calor da comunhão com o Senhor e o Seu povo, agora estava aquentando-se ao calor dos prazeres deste mundo.

 

Se não queremos negar o Senhor, precisamos ter a coragem de enfrentar o frio deste mundo (sendo rejeitados e abandonados) para nos mantermos aquecidos debaixo da comunhão do Senhor.

 
Cristo se fez pobre Imprimir E-mail

Cristo Se fez pobre (II Co 8:9)! Esta é uma das verdades mais profundas no NT. Este versículo não está destacando somente o que Cristo é (“sendo rico”), mas muito mais o que Ele fez (“se fez pobre”).

a) Os anjos podiam ver as riquezas da Sua glória, mas na Sua pobreza os homens puderam ver a riqueza da Sua graça.

b) Por causa da Sua Pessoa (sendo Deus) os anjos devem sujeitar-se à Sua autoridade (Hb 1:14); por causa da sua pobreza os homens se rendem diante do Seu amor (II Co 5:14).

Sem dúvidas pela Sua pobreza enriquecemos!

 
Diminuindo Para Poder Crescer Imprimir E-mail

O caminho para crescermos é aquele que os homens chamam de árido e estreito. Originalmente publicado nos primeiros números da revista "O Caminho".

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O Ramo Suspenso Imprimir E-mail

Como a “videira verdadeira”, o Senhor Jesus é o canal por onde todo cristão recebe as condições necessárias para produzir fruto. O ramo, porém, que não produz, Ele o “tira” (Jo 15:1-8).

O verbo “tira” (v. 2) não significa que o cristão perde sua salvação ou que deixa de pertencer à videira (isto discorda gravemente com o ensino de todo o NT). É uma palavra traduzida de “airo”, que quer dizer “levantar”, “suspender”.

O Senhor está ensinando que aqueles cristãos que estão, por alguma razão, em contato com o mundo (como o ramo estaria com a terra), Ele o suspende, para que volte a viver numa esfera acima (Cl 3:1-3).

Enquanto as atrações deste mundo chamarem nossa atenção, nossa produção de fruto diminuirá sensível e gradativamente.

Por isso, pensemos nas coisas que são de cima!

 
Más Conversações Imprimir E-mail

Há muitas coisas na vida que podem acabar com os bons costumes de uma igreja, mas poucas são tão perigosas quanto as más conversações (ou companhias). Foi por esta razão que Paulo alertou aos Coríntios sobre esse perigo (I Co 15:33).

Entretanto, se esse alerta tivesse sido dado a crentes em relação a descrentes, entenderíamos. Mas não foi assim. O alerta foi dado a crentes em relação a outros crentes. Por falta de conhecimento, as conversações entre os irmãos colocavam em risco sua prática (Co 15:12, 34).

O mesmo pode acontecer conosco. Nossas conversações devem servir para edificação, não para destruição (Cl 4:6).

Tomemos cuidado!

 
Pela fé - José Imprimir E-mail

As palavras iniciais em Hb 11:21, 22 são idênticas (nas versões AT e ARC): “Pela fé ... próximo da morte”. Jacó, quando estava próximo da morte, abençoou e adorou. José, quando estava próximo da morte, previu a saída do povo e pediu que levassem seus ossos.

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O Arrebatamento Imprimir E-mail

Ele foi para junto do Pai, mas prometeu que voltaria para nos buscar. Originalmente publicado nos primeiros números da revista "O Caminho"

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"Pela fé" - Abel Imprimir E-mail

Abel é o primeiro dos nomes mencionados como exemplo de fé (Hb 11:4). Embora a Bíblia fale pouco a respeito dele, as informações que nos dá nos ensinam verdades profundas. Quero citar aqui dois fatos curiosos e importantes.

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Pela fé - Moisés (40 a 80 anos) Imprimir E-mail

Não é fácil relacionar o tempo da vida de Moisés com o relato de Hb 11:27. O que se pode afirmar é que ele tinha entre 40 e 80 anos. Mas neste versículo, a ênfase não está tanto na época da sua decisão, mas sim, na decisão em si. Convém destacar três lições:

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Semente misturada Imprimir E-mail

"O Caminho" nº15

“Não semearás a tua vinha com duas espécies de semente, para que não degenere o fruto da semente que semeaste e a messe da vinha” (Deut. 22:9).

Quando lemos o livro de Deuteronômio e as leis sobre semente, animais, etc., temos de lembrar que, nestas coisas, há lições espirituais para a igreja. A prova disto é vista na aplicação que Paulo faz de Deuteronômio 25:4, que diz: “Não atarás a boca ao boi, quando debulha”, dizendo à igreja: “Acaso é de bois que Deus se preocupa? Certo que é por nós que está escrito” (I Cor. 9:9-10). Também te­mos a afirmação em Rom. 15:4 de que “tudo quanto outrora foi escrito, para o nosso ensino foi escrito”. Com isto em mente, podemos pensar sobre o trecho de Deut. 22:9-11, procurando entender a aplicação espiritual destas leis.

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Pela fé - criação Imprimir E-mail

O primeiro exemplo do que a fé faz está relacionado a um evento que atinge a toda a raça humana (Hb 11:3). Aqui também há três assuntos que precisam ser destacados.

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Famílias Exemplares - de Josué Imprimir E-mail

Perto do fim da sua vida, Josué fez um desafio ao povo: “Escolhei hoje a quem sirvais ...”. A escolha não era entre Deus e os deuses, mas entre os deuses do Egito e os deuses de Canaã.

Josué, porém, não precisava escolher entre os deuses de seus pais e os deuses da nova geração. Para ele e sua família, somente Deus é digno de ser servido (Js 24:15).

Apesar de tanto afastamento de Deus, como é precioso ver ainda hoje famílias inteiras rejeitando os ídolos e servindo somente a Deus (I Ts 1:9).

 
Famílias Exemplares - de Provérbios Imprimir E-mail

O livro de provérbios é praticamente uma conversa entre pai e filho. A impressão que se tem é de um pai que aproveita as ocasiões do dia a dia para passar instruções ao filho sobre os assuntos mais diversos.

A expressão “filho meu” ocorre várias vezes (1:8, 10; 2:1; 3:1, 11, 21, etc), indicando que são palavras de um pai ao filho. Mas, por que o pai ensina desta forma? Porque ele mesmo aprendeu desta forma, com seu próprio pai (4:3, 4).

Talvez a verdade mais evidente que aprendemos disso tudo seja a importância de se ensinar aos filhos em toda e qualquer situação.

O que você ensina, e a forma como ensina, para seus filhos hoje, pode ser exatamente o que eles ensinarão para seus netos.

 
Famílias Exemplares - dos Pais de Moisés Imprimir E-mail

Em circunstâncias completamente adversas, os pais de Moisés “não temendo o mandamento do rei”, esconderam o menino por três meses em seu lar. Eles fizeram isso pela fé (Hb 11:23).

Aqueles três meses e depois o tempo que o menino passou em sua casa, sendo cuidado por sua própria mãe, certamente influenciaram sua decisão futura, de se identificar com o povo de Deus.

Poucas coisas no mundo conseguirão tirar de um adulto as lições importantes que lhe influenciaram na infância. Como é importante a participação direta dos pais nessa influência!

 
Cristo no Apocalipse Imprimir E-mail

O texto a seguir é um estudo pessoal em desenvolvimento, baseado no último livro da Bíblia (Apocalipse), procurando descobrir nele figuras do Senhor Jesus Cristo. Pouca importância será dada à parte profética (já existem ótimos livros disponíveis sobre este assunto), a não ser na medida em que as profecias estiverem relacionadas ao tema proposto para este estudo.

Não há nenhuma previsão de quando o estudo estará completo. Na medida do possível, conforme as etapas forem cumpridas, elas serão colocadas neste site para quem interessar.

Cordialmente, W. J. Watterson

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Reunidos para piorar! Imprimir E-mail

Em I Co cap. 11 há duas expressões que dividem o capítulo. No v. 2 os Coríntios foram louvados. No v. 17, porém, foram repreendidos. Por que houve esta mudança? Porque “vos ajuntais, não para melhor, senão para pior”, disse Paulo. As reuniões da igreja em Corinto não estavam sendo caracterizadas por edificação e bênção; estavam sendo caracterizadas por desavenças e decepções.

Como é triste ver este mesmo problema acontecer nas igrejas hoje. As dissensões entre irmãos (v. 18) fazem com que as reuniões se tornem ambientes de ataque e combate, não de amor e comunhão. Talvez o irmão que ensina prepare sua mensagem para atacar outro que não concorda com ele. Quem sabe uma irmã se vista de modo a causar inveja em outra com menos recursos. É possível que alguém ignore e não cumprimente outro que lhe tenha ofendido. Estes e outros problemas desgastam a igreja, de modo que os irmãos saem da reunião numa condição pior do que entraram.

Cada um deveria perguntar a si mesmo: “Minha presença e participação nas reuniões tem contribuído para melhorar ou piorar a situações espiritual de meus irmãos?”

Já bastam as tribulações e perseguições que sofremos do mundo. Nas reuniões, precisamos ser edificados, revigorados e animados!

 
Cristo se fez pobre - Sua vida e morte Imprimir E-mail

Durante Sua vida, por viver de uma forma pobre e humilde, o Senhor usou coisas emprestadas (Lc 19:29-35; 22:8-13, etc).

Por ocasião da Sua morte, seu corpo foi posto em lençóis e sepulcro emprestados (Jo 19:40-42). (Convém enfatizar que, embora tenha emprestado, o Senhor nunca ficou devendo nada a ninguém.)

Ele entrou neste mundo num ventre emprestado e saiu dele num sepulcro emprestado. Ambos nunca haviam sido usados. Nenhum dos dois, porém, puderam detê-Lo.

Muitos entram neste mundo extremamente pobres, mas saem dele extremamente ricos. Todos nós entramos espiritualmente pobres, mas sairemos dele espiritualmente ricos (Mt 6:19, 20)?

 
Em Memória de Mim... Imprimir E-mail

Lembrar do Senhor não é lembrar só da Sua morte

Leitura: Lc 22:19; I Co 11:24 e 25

É de suma importância observarmos, com toda prudência, as palavras proferidas por nosso Senhor Jesus Cristo em Lc 22:19, no que diz respeito à celebração da Ceia do Senhor.

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Cristo Se fez pobre - Sua cidade Imprimir E-mail

O Senhor Jesus nasceu em Belém de Judá; quando ainda bebê foi levado para o Egito; ainda criança foi levado para a cidade de Nazaré, onde cresceu e com a qual foi identificado (Lc 2:1, 13, 23). Nazaré não era uma cidade admirada e de expressão nacional. Muito pelo contrário, era desprezada (Jo 1:46).

Impressiona pensar que Aquele que é “mais sublime do que os céus” (Hb 7:26) tenha escolhido uma cidade tão humilde para Se identificar.

Esta Sua humildade, porém, nos ensina que a grandeza de uma pessoa não deve ser medida pelo tamanho geográfico e econômico da sua cidade. Além disso, aprendemos que Deus escolhe as coisas simples e desprezíveis deste mundo para confundir as grandes e gloriosas (I Co 1:27, 28).

O importante não é a cidade onde você está morando. O importante é quem você tem sido para Deus na cidade onde está morando.

 
Nossa Luta Imprimir E-mail

O conhecido trecho de Ef 6:10-20 apresenta uma luta que só terá fim quando o cristão não estiver mais aqui neste mundo. Não importa quem vença hoje (se o cristão, se seus inimigos), amanhã a luta continua. Por esta razão, convém estar bem preparados para o combate diário. Há três detalhes importantes nessa luta:

a) Os adversários – devemos aprender a discerni-los. Nossa luta não é “contra carne e sangue”. Precisamos saber contra quem combatemos.

b) Os ataques – deles devemos saber nos defender. Os inimigos não param de lançar “dardos inflamados”, e se não soubermos nos defender, seremos fatalmente atingidos.

c) A armadura – há uma armadura à disposição, mas devemos deseja-la. Apenas saber que há uma armadura não adianta; é necessário querer usá-la.

Não podemos evitar que venha “o dia mau”, mas podemos evitar cair, quando ele chegar.

 

 
Pela fé - introdução Imprimir E-mail

O capítulo 11 da carta aos Hebreus, além de ser o mais extenso da epístola, é também o que reúne mais exemplos de homens e mulheres que confiaram nAquele que é o Autor e Consumador da fé (Hb 12:2). A expressão “pela fé” ocorre 20 vezes neste capítulo. É ela quem demonstra como os antigos viveram.

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Cristo e Sua carne (II) Imprimir E-mail

Era grande o privilégio do sumo sacerdote. Ele podia entrar no lugar santíssimo, onde nenhum outro podia entrar. Esse privilégio, porém, não era completo. Haviam duas restrições que tornavam esta alegria limitada:

a) Era privilégio de um.

b) Era apenas uma vez por ano.

Depois que Cristo, nosso precursor, entrou por nós até ao interior do véu (Hb 6:19, 20), temos ousadia para entrar. Nossa entrada não é limitada a uma pessoa, mas garantida a todos os que crêem no Senhor Jesus. Também não é limitada a apenas uma vez por ano, por mês ou por semana, mas nos é garantida a todo tempo.

Cristo, pela Sua carne, nos consagrou um novo e vivo caminho pelo qual podemos entrar à presença de Deus (Hb 10:19, 20).

Que privilégio!

 

 
Sobre o Fruto do Espírito Imprimir E-mail

Uma breve, mas importante nota sobre o fruto do Espírito.

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Vida de fugitivo Imprimir E-mail

Ninguém quer ser chamado de fugitivo. Certamente, esta não é a melhor forma de ser conhecido. Na Bíblia, porém, há dois tipos de fugitivos: aquele que foge porque deve e aquele que foge porque não quer dever.

a) Jacó teve parte de sua vida caracterizada pela fuga. Fugiu de seu irmão (Gn 27:41-45) e, vinte anos depois, fugiu de seu sogro (Gn 31:20, 21). Ambas as fugas foram conseqüências de seus enganos.

Esta é uma fuga que não convém ao cristão. Não devemos fugir por dever.

b) Quanto à aparência do mal (I Ts 5:22), a sedução das riquezas (I Tm 6:11, 12) e as paixões da mocidade (II Tm 2:22), sempre devemos fugir. Esta fuga é conseqüência do ensino das Escrituras.

Esta fuga não é porque devemos, mas porque não queremos ficar em dívidas espirituais

Você tem fugido? Porque razão?

 
Nossa Luta - provisão para os pés Imprimir E-mail

A terceira peça na armadura de Deus disponível ao cristão é uma provisão para os pés (Ef 6:15). A palavra “preparação” (em “preparação do Evangelho da paz”) é interessante. Seu sentido primário é de firmeza (foi traduzida “base”, em Sl 89:14). Mas também quer dizer prontidão, transmitindo a idéia de se estar pronto para executar uma ordem. Esta peça da armadura, portanto, sugere duas coisas:

a) Proteção. No Salmo 73, Asafa descreve a ocasião quando esteve ocupado com os ímpios sentindo inveja deles, e seus pés quase escorregaram (vs. 2, 3). Ele quase escorregou, mas não caiu, porque entrou no “santuário de Deus” (v. 17). Logo depois, descreve como os ímpios estão em “lugares escorregadios” (v. 18). Esta é a diferença entre o salvo e o incrédulo. O salvo está protegido sobre uma base firme – o Evangelho!

b) Prontidão. Além de estar protegidos os salvos têm a responsabilidade de levar o Evangelho a lugares e pessoas que ainda não o conhecem, e por meio do Evangelho, levar a paz, o bem e a salvação de Deus (Is 52:7).

Posicionalmente o Evangelho nos protege da condenação do inferno. Na prática, porém, devemos nos “portar dignamente conforme o Evangelho” (Fp 1:27). Por um lado, temos a responsabilidade de pregar o Evangelho. Por outro, temos a responsabilidade de praticar o Evangelho.

Será que nossa vida tem sido um verdadeiro Evangelho?

 
Cristo e Sua carne (v) Imprimir E-mail

“Deus Se manifestou em carne” (I Tm 3:16). Que verdade sublime!

Adão podia conversar com o Senhor na viração do dia (Gn 3:8); o povo de Israel podia se alegrar por ter o Tabernáculo onde Deus habitava no meio do povo (Ex 25:8); a Glória de Deus encheu o Templo construído por Salomão (II Cr 7:1, 2); mas nenhuma dessas verdades é tão extraordinária do que o fato de ter Deus Se manifestado em carne.

Por ocasião do Seu nascimento e durante Sua vida, os discípulos tiveram o privilégio de ver e ouvir o que muitos profetas e reis desejaram (Lc 10:24). Como desejamos ter visto também!

Contudo, nossos corações exultam de alegria quando pensamos no privilégio que teremos futuramente – nós O veremos (I Jo 3:2)!

 
Uma vergonha proveitosa Imprimir E-mail

Sabemos que um cristão deve apresentar-se a Deus como “obreiro que não tem de que se envergonhar” (II Tm 2:15),  e que deve rejeitar “as coisas que por vergonha se ocultam” (II Co 4:2). No entanto, em Ed 8:22 aprendemos sobre um tipo de vergonha que todo cristão deveria ter.

Esdras havia afirmado para o Rei que “a mão do nosso Deus é sobre todos os que O buscam, para o bem deles”. Se ele, agora, confiasse no exército do rei, mostraria que sua confiança em Deus não era verdadeira ou que Deus não poderia protegê-los. Teve, então, vergonha de pedir proteção ao rei e orou.

Como diremos para o incrédulo que Deus supre nossas necessidades se agimos como se nosso sustento dependesse de nós (Mt 6:31-33)? Como diremos que a nossa pátria está nos céus se agimos como se fosse aqui (Fp 3:20)? Como diremos que a Bíblia é plenamente proveitosa (II Tm 3:16, 17) se não a estudamos?

Sejamos como Esdras: se afirmamos algo sobre Deus ou Sua Palavra, tenhamos vergonha de praticar o contrário!

 
Pela fé - Abraão (o 3º altar) Imprimir E-mail

As duas primeiras vezes em que a expressão “pela fé” estão associadas a Abraão, se referem à terra que Deus lhe havia prometido e a sua posse dela. Nas outras duas vezes, se referem ao descendente de Abraão e ao número incontável que viria dele. Aqui em Hb 11:11, 12, encontramos a participação de Sara e a associação do terceiro altar de Abraão nas promessas de Deus.

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Judas estava com eles Imprimir E-mail

Em Jo 18: 1-9, onde há importantes detalhes sobre a prisão do Senhor Jesus, lemos que Judas foi quem guiou os homens até ali. Nesta ocasião, os homens “recuaram, e caíram por terra” (Jo 18: 1-6).

Meditando nestes versículos, estive perguntando a mim mesmo se Judas também caiu. Embora não possa responder com certeza, o v. 5 parece indicar que sim (“E Judas, que O traía, estava com eles”). Aquele que esteve tão perto do Senhor, agora estava unido aos seus adversários e caído junto com eles.

Muitos desfrutam o privilégio de estar bem perto do Salvador e da sua salvação (filhos de crentes, amigos que assistem as reuniões, descrentes que estudam a Bíblia, etc), mas por preferir não crer, cairão na perdição junto com os demais incrédulos.

Para ser salvo não basta ouvir falar de Cristo; é necessário crer em Cristo!

 


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