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Famílias Exemplares - de Manoá Imprimir E-mail

Por ocasião do nascimento de Sansão, Manoá, seu pai, fez uma importante pergunta ao anjo que trouxera a notícia: “Qual será o modo de viver e o serviço do menino?” (Jz 13:12). Não era uma pergunta sem importância. Pelo contrário, expressava o interesse sincero em se criar a criança para a honra de Deus.

A responsabilidade dos pais na criação dos filhos é bem evidenciada em toda a Bíblia. Todos aqueles que são pais têm a responsabilidade de criar seus filhos “na doutrina e admoestação do Senhor” (Ef  6:4).

Nenhum pai duvida que esta responsabilidade é séria e difícil. Por esta razão, quanto mais cedo perguntarem ao Senhor, melhor!

“Como será o modo de viver do meu filho?”

 
O Senhor era com ele Imprimir E-mail

As circunstâncias pelas quais José passou no Egito foram difíceis de suportar e difíceis de entender. Ele procurava ser fiel ao Senhor, mas cada vez mais sua situação piorava.

a) Pelos seus irmãos foi depreciado (vendido a preço de escravo – Gn 37:28);

b) Por seu senhor foi despedido de seu cargo (Gn 39:20);

c) Pelo copeiro-mor foi deixado na prisão (Gn 40:23).

Todas estas coisas não parecem ser compatíveis com alguém que quer ser fiel ao Senhor (Gn 39:7-9). Tudo isso parece muito estranho, é verdade, mas até lembrarmos que “o Senhor era com ele” (Gn 39:2, 3, 21, 23; At 7:9).

Você não estará livre de dificuldades se quiser ser fiel ao Senhor, mas sempre poderá contar com a presença dEle em todas as circunstâncias (II Tm 4:16, 17).




 
O Deus da Glória Imprimir E-mail

Um estudo sobre a expressão "O Deus da Glória".

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O Dom do Espírito Santo Imprimir E-mail

Algumas considerações importantes sobre o dom do Espírito Santo. Artigo publicado na primeira edição da revista "O Caminho"

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Pela fé - Abraão (o 2º altar) Imprimir E-mail

Em hebreus 11:9, 10 encontramos mais algumas importantes informações sobre Abraão. Aqui, pela segunda vez, seu nome é associado à expressa “pela fé” e a ocasião citada nos faz lembrar o segundo altar que ergueu. Vamos considerar três coisas que Abraão fez.

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Incomparavelmente melhor! Imprimir E-mail

Sem dúvidas, o que há depois da morte é um dos assuntos mais intrigantes para a mente humana. Quando um ente-querido morre, logo surgem as perguntas: Onde ele está? Como está passando? Quais são suas companhias?

Um cristão, porém, encontra na Bíblia resposta consoladora para essas e outras perguntas. Quando um ente-querido morre, tendo crido no Senhor Jesus aqui neste mundo, ele está:

a) No paraíso – que é o próprio Céu (II Co 12:2, 4; repare a repetição da expressão “foi arrebatado ao”);

b) Está “incomparavelmente melhor” (Fp 1:23 - ARA);

c) Está com o Senhor (Lc23:43) e com todos os que “em Jesus dormem” (I Ts 4:14).

Nós estamos bem, mas os irmãos que já foram chamados pelo Senhor estão incomparavelmente melhor!

 
"Erguei os Vossos Olhos" Imprimir E-mail

Uma consideração dos versículos 31 a 38 de João 4, mostrando a importância de cada um de nós termos os olhos erguidos em nossos dias. Originalmente publicado nos primeiros números da revista "O Caminho".

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O Espírito Santo e a Igreja Local Imprimir E-mail

Como esta Pessoa divina opera na vida coletiva de uma igreja local. Originalmente publicado nos primeiros números da revista "O Caminho".

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Cobrindo e Descobrindo a Cabeça Imprimir E-mail

Em todas as reuniões de todas as igrejas locais os irmãos devem estar com suas cabeças descobertas, e as irmãs com suas cabeças cobertas. Este é o ensino simples apresentado nas Escrituras (um ensino, é verdade, muito questionado hoje em dia). Deus diz: “O homem, pois, não deve cobrir a cabeça … a mulher deve ter sobre a cabeça sinal de poderio” (I Co 11:7, 10). Mesmo reconhecendo que há coisas profundas no trecho que estamos considerando, é muito claro que o ensino básico da passagem é este. Como diz o dr. N. J. Gourlay: “Podemos parafrasear as instruções assim: é a vontade de Deus que, nas reuniões do Seu povo, os homens tenham a cabeça descoberta e as mulheres tenham uma cobertura sobre suas cabeças, e que os homens tenham cabelo curto e as mulheres cabelo comprido” (Church Symbols for Today, págs. 121-122).

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Tão Grande Salvação Imprimir E-mail

Jamais podemos apreciar a grandeza da salvação que Deus nos deu. Originalmente publicado nos primeiros números da revista "O Caminho".

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As Setenta Semanas de Daniel Imprimir E-mail

“Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.“

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Os Atributos Inerentes de Deus Imprimir E-mail

Transcrição do livrete de mesmo título publicado pela Editora Sã Doutrina.

Deus é diferente! Este livro destaca a diferença entre o Criador e as criaturas e, ao mesmo tempo, mostra como esta diferença garante a salvação e a segurança do Seu povo ... Os autores desta obra querem conduzir-nos à contemplação daquelas qualidades de Deus que pertencem somente a Ele, e assim incentivar-nos a ter mais reverência e humildade na adoração.

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A Igreja Local Imprimir E-mail

A expressão "igreja local" não se encontra em o Novo Testamento, mas a idéia contida nestas palavras é uma parte importante do seu ensino. Originalmente publicado nos primeiros números da revista "O Caminho".

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Pela fé - Abraão (o 4º altar) Imprimir E-mail

O relato de Hb 11:17-19 é paralelo ao de Gn 22. Em ambos os trechos a Bíblia ressalta um dos eventos mais dramáticos e emocionantes de toda a Palavra de Deus, bem como o quarto e último altar de Abraão. É também nestes trechos que encontramos três dos muitos assuntos que estão espalhados pela Bíblia, mas que ocorrem pela primeira vez no livro de Gênesis: provação, ressurreição e adoração.

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Amor Que Humilha? Imprimir E-mail

Lendo II Sm 13, ficamos impressionados com a grandeza do amor que Amnom sentia por Tamar. Ele a amava (v. 1), ficou angustiado por ela (v.2), adoeceu (v.2) e chegou a perder peso (v. 4).

Olhando superficialmente para esses detalhes, fica a impressão de que era um amor verdadeiro. Sua atitude posterior, porém, revela sua verdadeira intenção. Ele mentiu para ela, a forçou, violentou e expulsou.

Depois de ter satisfeito sua vil concupiscência, ele a humilhou. Como é diferente do verdadeiro amor que “tudo espera” (II Co 13:4-7)!

Prezado jovem, lembre-se desta verdade: o verdadeiro amor não humilha, ele honra; não envergonha, ele espera!

 
Nossa luta - couraça da justiça Imprimir E-mail

A segunda peça da armadura que Deus deixou disponível para nós é a “couraça da justiça” (Ef 6:14). A couraça é uma peça que protege partes vitais do corpo, como o coração, por exemplo, e aqui, a “couraça” é a “justiça”.

Mas, justiça de quem?

O Senhor Jesus pode se vestir de Sua própria justiça (Is 59:17). Nele não há nada que o inimigo possa perfurar com acusações. Nós, porém, não podemos nos vestir de justiça própria. Não fomos salvos por “obras de justiça que houvéssemos feito” (Tt 3:5), nem nos mantemos salvos por nossas próprias justiças. Quando lembramos, porém, que em Cristo fomos feitos justiça de Deus (II Co 5:21), entendemos que estamos indestrutivelmente protegidos. 

Quando o inimigo vem sussurrando ataques, nos acusando de ter fraquejado numa ou outra área da vida, não precisamos temer por nossa salvação. Devemos lembrar que nossa salvação não depende da nossa fraca justiça; depende da fortaleza da justiça do Senhor.

 
O Espírito na Carta aos Filipenses Imprimir E-mail

Um estudo das três ocasiões em que encontramos o Espírito mencionado na carta aos Filipenses. Originalmente publicado nos primeiros números da revista "O Caminho".

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O Cristão e Seus Inimigos Imprimir E-mail

O pecador, uma vez salvo, não é mais inimigo de Deus, mas é inimigo do mundo, do diabo e da carne. Originalmente publicado nos primeiros números da revista “O Caminho”

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Artigos sobre a igreja Imprimir E-mail

Recebemos diversos pedidos de informação sobre nossa forma de reunir, e sobre os princípios que devem governar a vida e as reuniões de uma igreja local. Em vista disto, preparamos uma lista de artigos do nosso site que tratam destes assuntos. Que Deus abençoe todos que estejam buscando a verdade, e que Seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, seja glorificado por nós.

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Os Empecilhos à Comunhão Imprimir E-mail

Um estudo que destaca alguns empecilhos à preciosa comunhão cristã.

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Dois Sacerdotes Assentados Imprimir E-mail

Algumas lições extraídas da vida dos dois únicos sacerdotes que se assentaram.

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Jesus Cristo Imprimir E-mail

Mesmo numa leitura superficial do Novo Testamento, logo reparamos que o Espírito Santo ora chama nosso Senhor de “Jesus Cristo”, ora de “Cristo Jesus”. E por quê? Seria apenas para dar variedade ao texto? Ou há alguma diferença entre estes dois nomes? Este estudo sugere algumas respostas a estas perguntas.

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Cristianismo Resumido Imprimir E-mail

Um estudo sobre quatro pequenas palavras que aparecem em Gálatas 2:20. Originalmente publicado nos primeiros números da revista "O Caminho".

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Exigências Para Ser Um Discípulo Imprimir E-mail

Algumas exigências que a Bíblia faz para sermos verdadeiros dicípulos. Originalmente publicado nos primeiros números da revista "O Caminho".

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Pela fé - Isaque Imprimir E-mail

O exemplo de fé que o Espírito Santo selecionou sobre a vida de Isaque está relacionado à bênção que este deu a seus filhos. As palavras de Hb 11:20 são paralelas a Gn 27:1-29. Repare três detalhes e uma lição sobre esta bênção.

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Provação Proveitosa Imprimir E-mail

Deus provou o povo de Israel no deserto por quarenta anos (Dt 8:2-6). O número quarenta na Bíblia normalmente está associado a provação. Neste caso, Deus provou o povo para levá-lo a:

 

a) ter um novo caráter: “para te humilhar” – “e te humilhou” (vs. 2, 3);

 

b) ter um novo conhecimento de si mesmo: “para saber o que estava no teu coração” –“sabes, pois, no teu coração” (vs. 2, 5);

 

c) ter uma nova conduta: “se guardarias os Seus mandamentos, ou não” – “para andares nos Seus caminhos e para O temeres” (vs. 2, 6).

 

A provação na vida de um cristão é sempre um processo sério e doloroso, mas quando permitida por Deus, a intenção e resultados são sempre proveitosos (Tg 1:2-4).

 
Cristo Se fez pobre - manjedoura Imprimir E-mail

Em todas as épocas e em qualquer cultura, o nascimento de um bebê nobre é esperado com muita expectativa e grande pompa. Não foi assim, porém, na ocasião do nascimento do Senhor Jesus. Há três detalhes em Lc 2:7 que descrevem a profunda pobreza em que o Senhor Se identificou quando entrou neste mundo.

a) Sem legado. Não havia “púrpura e linho finíssimo” (Lc 16:19) para vesti-Lo; apenas simples panos.

b) Sem liturgia. Não havia um lugar amplo, bem organizado e pomposo para recebe-Lo; apenas uma manjedoura.

c) Sem lugar. Os melhores lugares nas estalagens foram, sem dúvidas, ocupados pelos nobres. Para Ele, porém, que Se fez pobre, não havia espaço nem mesmo no mais simples lugar.

Se algum dia você se envergonhou por ter nascido pobre, lembre-se que ninguém esteve tão humilde por ocasião do nascimento quanto Aquele que é mais sublime do que os céus (Hb 7:26)!

 
Nossa luta - espada do Espírito Imprimir E-mail

A sexta peça na armadura é a “espada do Espírito” (Ef 6:17). Esta é a única peça que parece ser para ataque. No entanto, a palavra traduzida aqui por “espada” (machaira) quer dizer “espada pequena, punhal” (W. E. Vine). A idéia, portanto, não é a de atacar o inimigo, mas se defender dos ataques dele.

Esta espada é “a Palavra de Deus” citada, não de forma aleatória, mas conforme a necessidade do momento. Temos um exemplo disso na ocasião quando o Senhor Jesus foi provado pelo diabo. Ele a usou para defender-Se das sugestões do inimigo (Mt 4:1-11).

Isso nos ensina que um cristão que conhece a Palavra de Deus, quando tentado, não cita versículos fora de contexto e sem sentido à ocasião. Muito pelo contrário, ele a maneja bem, encaixando os assuntos em suas devidas referências, deixando o inimigo envergonhado e derrotado.

“Eu vos escrevi, jovens, porque ... a Palavra de Deus está em vós, e já venceste o maligno” (I Jo 2:14).

 
O Relacionamento de Isaque e Rebeca Imprimir E-mail

Sem dúvidas, Isaque e Rebeca formam um casal exemplar em muitos aspectos. Mas também aprendemos muito com seus erros. Veja alguns exemplos:

Exemplos positivos:

a) Gn cap. 24 – direção no início do relacionamento (vs. 7, 27).

b) Gn cap. 25 – dependência de Deus para gerar filhos (v. 21).

c) Gn cap. 26 – diversão (evidencia de alegria) dentro do relacionamento (v. 8).

 

Exemplos negativos:

d) Gn cap. 25 – divisão: cada um preferindo um filho (v. 28).

e) Gn cap. 27 -- decepção: um cônjuge enganando o outro na maturidade do relacionamento (vs. 5-17).

Estes exemplos nos ensinam que mesmo um relacionamento iniciado “no Senhor” (I Co 7:39) precisa de manutenção diária, para não degenerar.

Caro leitor, seu relacionamento começou com a direção e dependência de Deus? E como está sua manutenção?




 
Quanto vale um Rei? Imprimir E-mail

O Senhor Jesus é apresentado como Rei no Evangelho de Mateus. Exatamente nesse Evangelho encontramos duas pessoas avaliando o Senhor a preços bem distintos (Mt 26:6-15).

a) Para uma mulher, o Rei era digno de ser adorado e ungido com um ungüento de “grande valor” (Mt 26:7), portanto, Seu preço era incalculável!

b) Para Judas, que era mercenário (Jo 12:4-6), o Rei era digno de ser avaliado por apenas trinta moedas de prata (Mt 26:15, 16), portanto, Seu preço era ínfimo.

O impressionante é que “trinta moedas” de prata era o valor dado como pagamento por um escravo (Ex 21:32); e José foi vendido como escravo por vinte moedas de prata (Gn 37:28). Ironicamente, o Senhor menciona o “belo preço em que fui avaliado por eles”, de trinta moedas de prata (Zc 11:13).

Para Judas e o povo de Israel, o Rei não valia mais do que o preço de um escravo; para a mulher o Senhor valia mais do que todo o dinheiro do mundo. A avaliação de cada um foi demonstrada pela atitude que tomaram.

E para você, quanto vale o Rei? Sua avaliação depende da sua atitude para com Ele!

 
As Bênçãos de Canaã Imprimir E-mail

O capítulo 5 de Josué é a ligação entre a travessia do Rio Jordão e a conquista de Jericó. Neste capítulo o povo já está na terra prometida (atravessaram o Jordão no cap. 4) mas ainda não começaram a lutar pela terra (derrotarão Jericó no cap. 6).

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Pela fé - Noé Imprimir E-mail

Noé é o terceiro homem mencionado como exemplo de vida de fé (Hb 11:7). Juntando as informações que a Bíblia nos dá a respeito dele, podemos citar três coisas positivas.

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A Estrada de Emaús Imprimir E-mail

Um artigo sobre a depressão espiritual e sua cura, baseado em Lucas 24:17-35.

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Obrigado, Irmã! Imprimir E-mail

Obrigado IrmãNossa vida é tão corrida que poucas vezes nos lembramos de dizer “obrigado”. Não é que não somos agradecidos; é só que falta-nos o tempo para expressar nossa gratidão. Ciente disto, quero tomar alguns minutos para dizer um sincero “obrigado” às minhas irmãs em Cristo.

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Teu Servo Ouve - Parte I Imprimir E-mail

As palavras acima são bem conhecidas. Elas foram ditas por Samuel, um dos grandes profetas que Deus usou no passado. Mas embora sejam bem conhecidas, nem sempre paramos para analisá-las de perto. Nestes estudos, vamos considerar três verdades importantes sobre essas palavras: o ambiente (onde foram ditas), a ocasião (em que foram ditas) e as palavras (propriamente ditas).

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Não contendais pelo caminho Imprimir E-mail

José, no Egito, sabia como seus irmãos tinham sido antes da mudança que ocorreu em suas vidas. Eram homens contenciosos e ciumentos (Gn cap. 37). Por esta razão, quando os encontrou vários anos depois, e lhes preparou provisões no Egito, deu uma recomendação: “Não contendais pelo caminho” (Gn 45:24).

A contenda, em si, já é uma atitude triste, mas quando ocorre entre irmãos, ela toma a sua forma mais deplorável, destruindo o ambiente agradável e seguro de uma família ou de uma igreja (I Co 1:11).

Enquanto estamos neste mundo, somos peregrinos rumo à pátria, somos irmãos. Não convém contender pelo caminho!

 
Pregando Cristo de Acordo com as Escrituras Imprimir E-mail

Ao pregar Cristo, a primeira coisa que nos impressiona é que pregamos uma Pessoa. Em toda a história do Velho Testamento nós contemplamos Deus; não uma Divindade, um abstrato; não um Poder Divino, mas o Deus vivo; não um Deus envolto em trevas impenetráveis, mas Deus em amor condescendente buscando e salvando, e fazendo-Se conhecido.

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Obrigada, Irmão! Imprimir E-mail

Obrigado Irmão Nossa vida é tão corrida que poucas vezes nos lembramos de dizer “obrigado”. Não é que não somos agradecidos; é só que falta-nos o tempo para expressar nossa gratidão. Ciente disto, quero tomar alguns minutos para dizer, com muita sinceridade, “obrigada” aos meus irmãos em Cristo.

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Senhor e Salvador! Imprimir E-mail

Cristo é nosso Salvador! Que verdade preciosa! Dificilmente poderemos descrever com meras palavras a profundidade dessa verdade. Temos um Salvador. Ele é nosso, e nós somos dEle. Ninguém pode nos tirar dessa posição singular; ninguém pode nos lançar na perdição eterna. “Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus?” Quem? “É Deus Quem os justifica”. “Quem é que condena?” Quem? “Pois é Cristo Quem morreu, ou antes Quem ressuscitou dentre os mortos, o Qual está à direita de Deus, e também intercede por nós” (Rm 8: 33-34). Sendo Cristo, O eterno Filho de Deus, nosso Salvador, não podemos perecer. “Agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1).

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Teu Servo Ouve - Parte III Imprimir E-mail

Após o ambiente e a ocasião, agora veremos as palavras, propriamente ditas, que Samuel usou. O terceiro e último artigo da série.

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Pela fé - Enoque Imprimir E-mail

Enoque é o segundo homem mencionado como exemplo de fé (Hb 11:5). Sua vida está cheia de lições práticas para nós. Para Abraão Deus disse “anda em Minha presença” (Gn 17:1), mas Enoque é um dos dois homens no VT a respeito de quem a Bíblia diz que andava com Deus (Noé foi o outro - Gn 5:22:, 24; 6:9). Além disso, ele é um dos dois homens no VT que foram tirados deste mundo “para não ver a morte” (Hb 11:5; o outro foi Elias – II Rs 2:11). Sua vida pode ser resumida desta forma:

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Nossa luta - cingir os lombos Imprimir E-mail

A primeira peça da armadura disponível ao cristão é o cinto, com o qual cingirá os lombos (Ef 6:14). As roupas compridas que as pessoas usavam, poderiam se tornar um empecilho quando precisassem andar mais rápido, correr ou, neste caso, lutar. Por essa razão, usavam um cinto mais ou menos na altura da cintura, para manter suas roupas presas.

Aqui no nosso texto esse cinto é a verdade, e a verdade, aqui, é a “palavra da verdade” (Ef 1:13). Há muita coisa neste mundo que serve como embaraço, nos impedindo de obedecer prontamente (Lc 12:35), correr livremente (Hb 12:1) e viver sobriamente (I Pe 1:13). Mas quando estamos cingidos com a verdade, os ataques de Satanás não nos deixam atrofiados.

Convém destacar que não é a verdade que se cinge de nós; somos nós quem nos cingimos dela. Ou seja, não somos nós quem mantemos a verdade em pé, é o contrário!

 
Pela fé - Abraão (o 1º altar) Imprimir E-mail

Abraão é o quarto homem mencionado como exemplo de fé, aqui em Hebreus 11 (v. 8). Um detalhe interessante a respeito dele é que ergueu quatro altares registrados em Gênesis, e cada uma das quatro vezes em que ele é associado à expressa “pela fé”, parece destacar um destes altares. Aqui veremos o primeiro deles.

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Nossa luta - escudo da fé Imprimir E-mail

A quarta peça na armadura do cristão é o “escudo da fé” (Ef 6:16). Somente em relação a essa peça a Bíblia usa a expressão “sobretudo” (por cima de). Isto indica que para chegar às outras peças, os ataques do inimigo teriam que conseguir passar pelo grande escudo, que as protegia. Este escudo transmite a idéia predominante em toda armadura – defesa. Ou seja, esta armadura não está disponível para que ataquemos nossos inimigos; é para que nos defendamos deles.

Neste versículo, o inimigo e suas armas são identificados. O inimigo é o “maligno” (o “diabo” no v. 11) e seus ataques são “flechas com fogo” (apontando nossas fraquezas, para que desanimemos). Mas a nossa defesa também é enfatizada. Precisamos exercitar nossa fé em tudo que envolve a vida cristã.

Nenhum homem esteve presente na criação do Universo, mas nós cremos que Deus o criou (Jó 38:4). Nenhum dos discípulos que viram Cristo antes e depois da Cruz está vivo para comprovar a ressurreição, mas nós cremos que Ele ressuscitou (I Co 15:1-8, 20). Ninguém sabe quando Cristo virá para nos buscar (Mc 13:32), mas nós cremos que Ele virá (Jo 14:3).

Satanás não vai parar de nos atacar com seus dardos inflamados, mas nenhum deles pode ser mais forte do que esta simples verdade: “Eu creio, Senhor”!

 
Excelente! Imprimir E-mail

Nos dias que antecedem o Arrebatamento, acabamos por nos acostumar com pouca coisa. Ficamos até felizes quando vemos a maioria dos irmãos presentes nas reuniões da igreja. Se não houver grandes problemas entre os salvos, costumamos dizer que “vai tudo bem”.

Esse comodismo faz mal, muito mal; prejudica o progresso espiritual de cada salvo e, conseqüentemente, das igrejas de Deus.

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A Ceia do Senhor Imprimir E-mail

Símbolos Há muitas coisas, nesta vida e neste mundo, que exigem nossa atenção. Para o cristão que vive em comunhão com Deus, porém, sempre será uma prioridade tomar o seu lugar ao redor de uma mesa com um pão e um cálice com vinho, todo primeiro dia da semana, contemplando os símbolos do seu Senhor crucificado, e ouvindo o eco das palavras ditas por Ele na noite em que foi traído: “Fazei isto em memória de Mim”. Nenhuma atividade, secular ou espiritual, irá intrometer-se na vida daquele filho de Deus a tal ponto de levá-lo a esquecer-se daquele compromisso semanal. Para o coração que anda em comunhão com Deus, a Ceia é uma festa sem igual, uma oportunidade ímpar de ocupar-se somente com o Senhor Jesus Cristo, oferecendo sua gratidão, seu louvor, e sua adoração Àquele que é “mais sublime do que os céus” (Hb 7:26), antecipando nossa ocupação eterna.

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Amor no Livro de Gênesis Imprimir E-mail

Um estudo das primeiras ocorrências da palavra "amor" nas Sagradas Escrituras. Originalmente publicado nos primeiros números da revista "O Caminho".

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O Senhor Precisa Dele Imprimir E-mail

A entrada triunfal do Senhor Jesus Cristo em Jerusalém, sentado num jumento, é narrada em Marcos 11:1-11.Foi um acontecimento importante na história de Israel, cumprindo profecias do Velho Testamento. Mas há uma pequena frase neste relato de Marcos que quero considerar em detalhe, pois ela nos revela algo do propósito de Deus para com os homens. No v. 3, lemos as palavras do próprio Senhor, referindo-Se ao jumentinho: “O Senhor precisa dele”. Examinemos os componentes desta frase.

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A Impecabilidade de Cristo Imprimir E-mail

Um estudo sobre uma das doutrinas fundamentais da fé cristã, enfatizando que Cristo nunca pecou porque Ele não pode pecar!

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Oração no Livro de Gênesis Imprimir E-mail

Uma consideração de todas as palavras que os homens dirigem a Deus no livro de Gênesis. Originalmente publicado nos primeiros números da revista "O Caminho".

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